Edição 30 – Setembro/2012

Sinônimo de riqueza, alta tecnologia e competitividade, a F1 não atrai mais as grandes montadoras. E é justamente este o motivo. O interesse das corporações que dominam o mercado automotivo é desenvolver novas tecnologias para seus carros de rua gastando relativamente pouco, o que não é mais possível na categoria máxima do automobilismo.

Durante a década passada, o Mundial de F1 foi dominado por grandes marcas, que se deram as mãos e resolveram abandonar o barco assim que a situação econômica apertou. Hoje, como quem apanha não esquece, elas nutrem uma repulsa grande pela categoria e se dizem contentes com os caminhos alternativos pelos quais seguiram.

A Revista Warm Up deste mês conversou com dirigentes de BMW e Toyota, duas montadoras que tiveram suas equipes na F1, investiram pesado e não tiveram o retorno esperado. Três anos depois de deixarem a categoria, estão satisfeitos no DTM e no WEC, respectivamente.

A edição 30 também traz uma análise da (má) temporada da Indy, o Mochilão Warm Up, com os bastidores das coberturas de Evelyn Guimarães na Europa, e uma entrevista exclusiva com Nigel Stepney, o protagonista do episódio de espionagem da F1. Ainda, Américo Teixeira Jr. fala em sua coluna que Michael Schumacher não é tudo isso e Felipe Corazza fala da terrível eleição a prefeito de São Paulo.

Boa leitura!

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