Edição 43
Outubro/2013

Carta do Editor: O que faz você feliz?

Há cerca de dez vagas competitivas na F1, onde é possível pensar em vitórias e no título. O problema é que não é fácil chegar a um desses lugares

FELIPE GIACOMELLI, de São Paulo
ma campanha publicitária de uma conhecida rede de supermercados questiona os clientes 'o que faz você faz feliz?' No caso do automobilismo, certamente não é comprar alimentos, bebidas e produtos de limpeza. Essa pergunta, quando destinada a pilotos do mundo inteiro, pode ter duas respostas. A primeira é ter sucesso na F1 e a segunda, ser um piloto profissional lutando por vitórias e títulos.

Claro que o ideal seria juntar essas duas coisas, mas essa é a exceção, não a realidade. Convenhamos, na F1, há cerca de dez vagas competitivas, onde é possível pensar em vitórias e, eventualmente, no título. O problema é que não é muito fácil chegar a um desses lugares. Além de necessariamente ter talento, é preciso estar no lugar certo e na hora certa quando Red Bull, Ferrari, McLaren, Mercedes e Lotus decidirem mudar de pilotos.

Para quem não consegue esse alinhamento planetário, sobram duas opções. Ficar pulando de time em time esperando a grande chance ou mudar para outro campeonato, onde há maiores oportunidades de se lutar pela taça. Nos últimos anos, ainda houve o surgimento de um novo fator determinante: o dinheiro. Isto é, a partir da invasão cada vez maior de pilotos pagantes, os atletas não contam mais apenas com o talento para chegar – e se manter – na principal categoria do automobilismo mundial. Agora também é preciso contar com um bom patrocinador. Do contrário, adeus vaga. E quem está sabendo capitalizar em cima dessa luta monetária é o Mundial de Endurance (WEC). Ano após ano, a categoria tem conseguido atrair destaques do grid da F1, que acabaram ficando sem correr pela falta de dinheiro. Assim, nomes como Bruno Senna, Kamui Kobayashi, Sébastien Buemi e Lucas Di Grassi se juntam aos já consagrados Tom Kristensen, André Lotterer, entre outros, formando um campeonato ainda mais forte.

A 43ª edição da REVISTA WARM UP traz uma reportagem contando sobre as vantagens de quem decidiu deixar a rica F1 para perseguir a felicidade em outro lugar. Sem o mesmo glamour, é verdade, mas com tudo o que se espera de corridas de carro: pilotos bons, envolvimento das montadoras e presença no mundo todo.

Quem também resolveu dar uma guinada na carreira em busca de dias melhores foi Juan Pablo Montoya. O colombiano, porém, não quis se dedicar às corridas de longa duração e acertou o retorno à Indy, pela Penske, 13 após ter conquistado as 500 Milhas de Indianápolis. É claro que o mundo mudou desde aquela época. E a WUp lembra tudo o que acontecia naqueles momentos da virada de século.

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